sexta-feira, 7 de abril de 2017

FREVO - A dança típica e mais popular do Nordeste Brasileiro eh Patrimônio Cultural da Humanidade




CONHEÇA O "FREVO", DANÇA TÍPICA DO ESTADO DO PERNAMBUCO, BRASIL
O FREVO É UM RITMO MUSICAL E UMA DANÇA BRASILEIRA COM ORIGENS NO ESTADO DE PERNAMBUCO, MISTURANDO MARCHA, MAXIXE E ELEMENTOS DA CAPOEIRA.
SURGIDO NA CIDADE DO RECIFE NO FIM DO SÉCULO XIX, O FREVO CARACTERIZA-SE PELO RITMO EXTREMAMENTE ACELERADO. MUITO EXECUTADO DURANTE O CARNAVAL, ERAM COMUNS CONFLITOS ENTRE BLOCOS DE FREVO, EM QUE SAÍAM À FRENTE DOS SEUS BLOCOS PARA INTIMIDAR BLOCOS RIVAIS E PROTEGER SEU ESTANDARTE.
PODE-SE AFIRMAR QUE O FREVO É UMA CRIAÇÃO DE COMPOSITORES DE MÚSICA LIGEIRA, FEITA PARA O CARNAVAL. OS MÚSICOS PENSAVAM EM DAR AO POVO MAIS ANIMAÇÃO NOS FOLGUEDOS. NO DECORRER DO TEMPO, A MÚSICA GANHOU CARACTERÍSTICAS PRÓPRIAS.
DA JUNÇÃO DA CAPOEIRA COM O RITMO DO FREVO NASCEU O PASSO, A DANÇA DO FREVO.
ATÉ AS SOMBRINHAS COLORIDAS SERIAM UMA ESTILIZAÇÃO DAS UTILIZADAS INICIALMENTE COMO ARMAS DE DEFESA DOS PASSISTAS QUE REMETEM DIRETAMENTE A LUTA, RESISTÊNCIA E CAMUFLAGEM, HERDADA DA CAPOEIRA E DOS CAPOEIRISTAS, QUE FAZIAM USO DE PORRETES OU CABOS DE VELHOS GUARDA-CHUVAS COMO ARMA CONTRA GRUPOS RIVAIS. FOI DA NECESSIDADE DE IMPOSIÇÃO E DO NACIONALISMO EXACERBADO NO PERÍODO DAS REVOLUÇÕES PERNAMBUCANAS QUE FOI DADA A REPRESENTAÇÃO DA VONTADE DE INDEPENDÊNCIA E DA LUTA NA DANÇA DO FREVO.
A DANÇA DO FREVO PODE SER DE DUAS FORMAS: QUANDO A MULTIDÃO DANÇA, OU QUANDO PASSISTAS REALIZAM OS PASSOS MAIS DIFÍCEIS, DE FORMA ACROBÁTICA DURANTE O PERCURSO. O FREVO POSSUI MAIS DE 120 PASSOS CATALOGADOS.
A PALAVRA FREVO VEM DE FERVER, POR CORRUPTELA, FREVER, QUE PASSOU A DESIGNAR: EFERVESCÊNCIA, AGITAÇÃO, CONFUSÃO, REBULIÇO; APERTÃO NAS REUNIÕES DE GRANDE MASSA POPULAR NO SEU VAI-E-VEM EM DIREÇÕES OPOSTAS, COMO O CARNAVAL, DE ACORDO COM O VOCABULÁRIO PERNAMBUCANO, DE PEREIRA DA COSTA.
Foto - Carlos Oliveira
DIVULGANDO O QUE A BOCA ANÔNIMA DO POVO JÁ ESPALHAVA, O JORNAL PEQUENO, VESPERTINO DO RECIFE QUE MANTINHA UMA DETALHADA SEÇÃO CARNAVALESCA DA ÉPOCA, ASSINADA PELO JORNALISTA "OSWALDO OLIVEIRA", NA EDIÇÃO DE 9 DE FEVEREIRO DE 1907, FEZ A PRIMEIRA REFERÊNCIA AO RITMO, NA REPORTAGEM SOBRE O ENSAIO DO CLUBE EMPALHADORES DO FEITOSA, DO BAIRRO DO HIPÓDROMO, QUE APRESENTAVA, ENTRE OUTRAS MÚSICAS, UMA DENOMINADA O FREVO. E, EM RECONHECIMENTO À IMPORTÂNCIA DO RITMO E A SUA DATA DE ORIGEM, EM 9 DE FEVEREIRO DE 2007, A PREFEITURA DO RECIFE COMEMOROU OS CEM ANOS DO FREVO DURANTE O CARNAVAL.

VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE



Fonte / Fotos = Wikipédia / Portal do Governo de Pernambuco / Thymonthy Becker /

PORTO DE GALINHAS, IPOJUCA, PERNAMBUCO - Piscinas naturais com águas calmas, límpidas, mornas e inúmeros tons esverdeados. Porto de Galinhas eh mesmo uma pintura de Deus




CONHEÇA "PORTO DE GALINHAS", IPOJUCA, PERNAMBUCO, BRASIL
Não é a toa que Porto de Galinhas leva a fama de um dos mais badalados balneários do litoral de Pernambuco. O contraste das águas verdes, areias brancas e céu azul turquesa faz jus e merece o título, assim como uma visita em qualquer época do ano.
As praias são os destaques e, se você ainda não sabe o que fazer enquanto estiver por lá, confira nossas dicas de roteiros para 3, 5 e 7 dias em Porto de Galinhas aqui no Viajando.expedia.com.br. Localizada no município de Ipojuca, a 70 quilômetros de Recife, piscinas naturais com águas mornas e transparentes é o que não vai faltar na sua viagem.
Praia de Porto de Galinhas, um dos maiores hits do litoral brasileiro onde faz calor o ano todo (Otávio Dias de Oliveira)
Deve muito de sua fama ao imenso conjunto de recifes que fica próximo da orla. Por causa dele, a vila de pescadores transformou-se num respeitável pólo turístico a partir do início dos anos 90: viajantes de todos os cantos do Brasil aportavam na vila para embarcar em jangadas e conhecer os recifes e piscinas naturais.
Surgiram hotéis, pousadas, resorts, condomínios residenciais e casas de veraneio para atender a um número crescente de visitantes.
Tanta gente pisou nos recifes que a destruição da vida marinha foi inevitável. Nos últimos anos, o passeio praticamente foi relegado a segundo plano, perdendo espaço para os tours de bugue, as praias do sul ou mesmo as atividades dos resorts. 
Medidas foram tomadas, em 2014, para a recuperação desse patrimônio – agora, monitores controlam o acesso e limitam o tempo do passeio e a área visitada. Resta saber quanto tempo vai levar para que a medida dê resultado. Enquanto isso, os bugues, as praias e os resorts continuarão garantindo a diversão.
Praia Toquinho. Na maré baixa, a barreira de pedras forma uma boa piscina natural (José Eduardo Camargo)
Uma boa pedida para quem quer viajar para o Nordeste. Todos os anos, pelo menos 800 mil turistas (parte deles a bordo de ônibus de excursões) desembarcam em Porto de Galinhas em busca da boa rede hoteleira (com confortáveis resorts e também charmosas pousadinhas), da gastronomia nordestina e dos passeios de bugue e jangada
A praia do Serrambi, quase privativa, atrai quem gosta de mergulho graças às suas águas clarinhas e embarcações naufragadas (Divulgação)
É uma das praias mais frequentadas de todo o Nordeste. O motivo? Um centrinho cheio de lojas, bares e restaurantes, e a beleza de suas piscinas naturais, com águas calmas, límpidas e mornas em inúmeros tons esverdeados - jangadas levam até elas, mas quando a maré está bem baixa também dá para chegar a pé. Na areia predominam as barracas populares e o assédio de insistentes garçons.
A praia Muro Alto tem um grande "lago natural", de águas calmas e transparentes, limitado por um paredão de recifes (Divulgação)
UM DIA PERFEITO
O horário de saída para o passeio de jangada às piscinas naturais depende da maré baixa. De posse dessa informação, divida o dia em dois períodos. Reserve uma hora para fazer a clássica atividade, tempo necessário para a embarcação ir e voltar dos corais.
Vista aérea de Porto de Galinhas. Barcos e jangadas levam o turista até as piscinas naturais do local (Ricardo Rollo)
O outro período do dia pode ser dedicado ao passeio de bugue, chamado de “ponta a ponta”: pela areia ou por estradas asfaltadas, o roteiro contempla as praias de Muro Alto, Cupe, da Vila e Maracaípe. Para encerrar o dia, aposte nas criativas receitas do Beijupirá.
As piscinas naturais de Porto de Galinhas atraem mais de meio milhão de turistas todo ano
O GUIA RECOMENDA
No passeio de bugue você já identifica as praias para as quais deseja voltar. Como Maracaípe, por exemplo. Bem mais preservadas que as piscinas naturais de Porto de Galinhas, as piscinas de Maracaípe, a apenas 3 km da Vila, têm vida marinha mais presente. Na mesma praia, barqueiros navegam pelo Rio Maracaípe com o objetivo de mostrar cavalos-marinhos para os viajantes.
Praia Toquinho é delimitada pelo Rio Sirinhaém, que separa os municípios de Ipojuca e Tamandaré (Heudes Regis)
Da Barra de Sirinhaém, a 34 km de Porto, parte o passeio de catamarã até a Praia dos Carneiros, em Tamandaré, que dura seis horas. Mas a praia, com coqueiros, piscinas naturais e mar de águas transparentes, merece um dia inteiro só para ela. Nesse caso, faça o passeio de bugue a partir de Porto ou vá com carro próprio – são 62 km até lá.
Praia de Porto de Galinhas, que todo ano atrai mais de meio milhão de pessoas  (Divulgação)
COMO CHEGAR
Boa notícia para quem viaja a Porto de Galinhas a partir do Aeroporto Internacional de Recife/Guararapes (porta de entrada do estado) ou do Centro de Recife: uma extensão da PE-009 (duplicada e pedagiada) foi construída, diminuindo a distância em 15 km – não é mais preciso atravessar as áreas urbanas de Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca. Ainda assim, um trecho movimentado da BR-101 leva à PE-009. A pista duplicada termina em Nossa Senhora do Ó (dali até Porto são 11 km em pista simples com ótimas condições).
Jangadas levam os turistas às piscinas naturais com águas cristalinas (Pale Zuppani)
A Viação Cruzeiro (81/2101-9018; de R$ 7,40 a R$ 10,90; duas horas de viagem; saídas a cada hora) opera uma linha de ônibus que parte do terminal Cais de Santa Rita, no Centro de Recife, e vai direto ao centrinho de Porto.
No Biroska da Cachaça, a pista de dança é eclética – toca de forró a house (fecha de maio a julho) (Divulgação)
COMO CIRCULAR
Não é difícil se locomover por Porto de Galinhas. Quem está na Vila está perto de tudo. E alguns hotéis e pousadas mais afastados têm traslado até ali em horários determinados – a consistente frota de táxis também auxilia na locomoção pela região. Para conhecer as praias, uma boa pedida é fazer o passeio de bugue “ponta a ponta”, que passa por toda a orla. Se a Vila está toda asfaltada, algumas vias de acesso às praias ainda são de terra – em época de muita chuva, verdadeiras piscinas são formadas, dificultando a passagem.
A praia do Centro de Porto de Galinhas abriga o maior atrativo do destino: as piscinas naturais. Na orla predominam barracas e vendedores ambulantes (Divulgação)
ONDE FICAR
Em que pesem algumas exceções, a hotelaria se divide em três perfis gerais: resorts afastados da vila e próximos das praias do Cupe e de Muro Alto; pousadas de pequeno e médio porte, no centrinho da Vila; e hospedagens de proposta rústica ou voltadas para surfistas, na Praia de Maracaípe.
A maioria dos hotéis pé na areia está em áreas de mar agitado – como Maracaípe, Borete e parte das praias do Cupe e Muro Alto –, o que explica em certa razão os investimentos em grandes piscinas, no caso dos resorts. Novidade em 2014, o Enotel Acqua Club tem como principal trunfo um parque aquático voltado a crianças e adolescentes.
A praia Muro Alto tem um grande "lago natural", de águas calmas e transparentes, limitado por um paredão de recifes
Entre as pousadas próximas da praia e com vista para o mar, a Arandu tem preços mais baixos: R$ 200 na baixa e R$ 300 na alta temporada. Das mais novas, a Unaí tem boa relação custo-benefício: diárias a partir de R$ 139 na baixa e R$ 169 no verão.
As piscinas naturais e cristalinas de Porto de Galinhas são uma das atrações do povoado pernambucano
ONDE COMER
Peixes e frutos do mar predominam nos cardápios de Porto (como, por exemplo, no estrelado Beijupirá). A maioria dos restaurantes está concentrada na Vila de Porto de Galinhas. Na Praia do Cupe, a já famosa galinha ao molho pardo da Cabidela da Natália faz sucesso há duas décadas. Outras duas boas experiências gastronômicas locais são os caranguejos frescos do Estrela do Mar e os escondidinhos do Barcaxeira.
Batata, arroz e camarão, prato servido no Beijupirá, melhor restaurante de Porto de Galinhas, segundo o GUIA QUATRO RODAS (Divulgação)
SACOLINHA
Quem passa pelo calçadão da Rua da Esperança (a principal da Vila) não deixa de notar a sedutora e coloridíssima vitrine da loja Gatos de Rua. Descolado, o lugar vende itens que vão de roupas a chaveiros – boa parte feita a partir da reciclagem de garrafas pet.
Pontal de Maracaípe, de onde saem os passeios de jangada pelo Rio Maracaípe, uma das atrações de Porto de Galinhas (Jose Eduardo Camargo)
ARTES
O artesão Carcará, famoso por esculpir galinhas com raízes de coqueiros, agora tem uma exposição permanente, ao ar livre. É a Mitos do Mundo, com esculturas de famosos espalhadas pelas ruas da Vila. Amy Winehouse, Elvis Presley, Frida Kahlo e Michael Jackson convidam para uma foto.
O artista plástico Carcará em seu ateliê. Símbolos do lugar, galinhas de todos os tipos enchem as vitrines do povoado
NOITE
A Vila concentra o movimento. O eclético Birosca da Cachaça é point de paquera – especialmente às sextas e sábados, quando recebe DJs que tocam vários ritmos. Para curtir um bom forró, o Lua Morena (3552-1877) é a pedida certa às quartas e sábados – na quinta, o ritmo é o sertanejo.
No Café do Brasil, que fica no largo mais movimentado da vila, são servidos cafezinho, drinques e batidas de frutas (Ricardo Freire)

QUANDO IR

O clima é quente durante o ano inteiro. Entre setembro e novembro, o sol aparece com maior frequência e os preços são menores do que os praticados entre dezembro e março.
Por Fernando Leite / viajeaqui.abril.com.br / (fonte e fotos)
Se você busca um paraíso aqui na terra, fique sossegado, porque existe. E esta bem aqui no Brasil. E no nordeste. Mais precisamente em Pernambuco.
Estou falando de “PORTO DE GALINHAS”.
As piscinas naturais, mornas e cristalinas tornaram Porto de Galinhas um dos principais destinos do Nordeste
Sua fama se deve principalmente as piscinas de águas claras e mornas formadas entre corais, estuários, mangues, areia branca e coqueirais. Localizada em Ipojuca, a 70 quilômetros do Recife, é um dos principais pontos turísticos do litoral nordestino.
Inicialmente, a praia era chamada de Porto Rico.
Vista aérea da Praia Muro Alto. A formação do local – um lago limitado por um paredão de recifes – é ideal para a prática de caiaque e windsurf (Divulgação) 
Este porto era o principal ponto de comércio de escravos ilegais no nordeste brasileiro, muitas vezes os mesmos chegavam escondidos embaixo de engradados de galinhas d’angola.
A chegada dos escravos ilegais ao porto costumava ser anunciada pela frase “TEM GALINHA NOVA NO PORTO!”. Desta forma, a praia de Porto Rico ficou conhecida como Porto das “Galinhas”.
“PORTO DE GALINHAS” recebe todos os anos, meio milhão de turistas.
Venha conhecer esta belíssima praia brasileira. Você não irá se arrepender.
Lagosta no mar de Porto de Galinhas. O mergulho é uma das atrações da vila e inclui fotos subaquáticas (Divulgação)

VALEU PELA VISITA




Fonte / Fotos  = Thymonthy Becker / viajeaqui.abril.com.br / Portal de turismo da Bahia / IBGE / Divulgação / 


VALE DO CATIMBAU, BUÍQUE, PERNAMBUCO - Um paraíso no interior pernambucano com cânions e 2º maior sítio arqueológico do país




CONHEÇA O "PARQUE NACIONAL DO VALE DO CATIMBAU", PERNAMBUCO, BRASIL
Parque Nacional do Vale do Catimbau é um paraíso no interior pernambucano com Canyon e o 2º maior Sitio Arqueológico do país.
PRINCIPAL ATRAÇÃO 
Trilhas pelo Sitio Arqueológico Homens sem Cabeça, Trilha do Chapadão e Trilha da Igrejinha, Serra torres e Casa de Farinha.
O Parque Nacional do Catimbau, também conhecido como Vale do Catimbau, é um parque nacional brasileiro do estado de Pernambuco. Criado em 22 de agosto de 2002, abrange os municípios de Buíque, Ibimirim, Sertânia e Tupanatinga, entre o Agreste e o Sertão pernambucano. O parque é o segundo do estado (o primeiro é o de Fernando de Noronha). Catimbau preserva uma das últimas áreas da Caatinga.
É formado por montanhas de topo suave, acredita-se que o nome Catimbau provenha de "morro que perdeu a ponta". Entre as montanhas encontram-se encostas abruptas e vales abertos. É uma região de intensa erosão. As formações geológicas são compostas de arenitos de diversas cores e tipos que datam de mais de 100 milhões de anos. Apresenta cerca de duas mil cavernas e 28 cavernas-cemitério.
Considerada Área de Extrema Importância Biológica, a unidade apresenta também registros de pinturas rupestres e artefatos da ocupação pré-histórica datados de pelo menos 6 000 anos. Os pesquisadores acharam 30 sítios arqueológicos no Vale do Catimbau. Com isso, o Catimbau é considerado o segundo maior parque arqueológico do Brasil, perdendo somente para a Serra da Capivara, no Piauí.
Um dos sítios arqueológicos mais importantes é o de Alcobaça, localizado em um paredão rochoso em forma de anfiteatro. As pinturas rupestres nesta localidade foram efetuadas por distintos grupos étnicos de épocas também distintas, apresentando diversidade nas técnicas e estilo de pintura. Dentro do parque há diversos pontos de visita, inclusive a Pedra Furada. Acredita-se que há milhares de anos o local onde fica a Pedra Furada era coberto pelo oceano e que a pedra se furou a partir da erosão causada pelo vento e pela água das chuvas. O vale do Catimbau possui elevações com altitude de 900 metros.
Verdadeiras obras de arte multicoloridas
O Parque Nacional do Catimbau localizado no agreste de Pernambuco é considerado o segundo maior parque do estado, com uma área de 62.000 hectares. Possui mais de uma centena de sítios arqueológicos, nos quais foram encontradas pinturas rupestres com mais de 6.000 anos e artefatos da ocupação pré-histórica.
Na região podemos encontrar terrenos antigos com cavernas, cânions e lapiais, que são formações multicoloridas e que foram esculpidas pela ação dos ventos e chuvas sobre as paredes areníticas.
Aspectos culturais e históricos
Tem como atrativo principal o Vale do Catimbau, cuja área impressiona por sua beleza, primitivismo e formações geológicas. Exibindo estas, verdadeiras obras de arte esculpidas por processos erosivos, desencadeados por chuva e vento.
Aspectos naturais
Apresenta uma grande diversidade no relevo.
A vegetação é típica do bioma Caatinga, apresentando elevada riqueza de espécies vegetais e uma grande variedade de formações fitofisionômicas.
A fauna possui uma enorme variedade de espécies animais. Na sua grande maioria representadas, cada uma, por um pequeno número de indivíduos (preponderância de raridades).
Clima
O clima predominante na região é o semi-árido do estado do Pernambuco, na zona de transição entre o agreste e o sertão. Geralmente, cerca de 60 a 75% das chuvas ocorrem no período de março/abril até junho/julho. O menor período de chuva vai de setembro a janeiro, sendo outubro o mês mais seco.
Atrações
Existem grandes atrações no Parque do Catimbau, dentre elas podemos destacar a abundância de inscrições rupestres e a grande beleza cênica dos paredões de arenito e das formações rochosas esculpidas pela ação erosiva do vento. A ocorrência de numerosos sítios de pinturas e gravuras rupestres localizados, principalmente, nos abrigos rochosos das serras são realmente imperdíveis.
Tratam-se de pinturas realizadas em épocas pré-históricas, que apresentam uma grande heterogeneidade gráfica, com características que as identificam como pertencentes à classe de registros rupestres conhecidos como Tradição Nordeste e Tradição Agreste, bem como a outras classes ainda pouco definidas.
Infra-estrutura
Na praça da vila de Catimbau, a 289km de Recife é possível encontrar guias credenciados e habilitados a conduzir pelas trilhas do vale. Buíque, que fica a 285km do Recife também tem opções para atividades turísticas
Objetivos específicos da unidade
Preservar os ecossistemas naturais existentes, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação ambiental e turismo ecológico.
O Parque Nacional do Catimbau foi criado para preservar o conjunto geológico da Serra do Catimbau, promover o turismo ecológico, preservar o patrimônio espeleológico e arqueológico preservando um dos últimos remanescentes de Caatinga ainda em excelente estado de conservação.
Atualmente a unidade é considerada área núcleo da Reserva da Biosfera da Caatinga.
Existe registro através de pinturas rupestres e artefatos da ocupação pré-histórica na Serra do Catimbau pelo homem primitivo há pelo menos 5.000 anos.
Existem grandes atrações no Parque do Catimbau, dentre elas podemos destacar a abundância de inscrições rupestres e a grande beleza cênica dos paredões de arenito e das formações rochosas esculpidas pela ação erosiva do vento.
A ocorrência de numerosos sítios de pinturas e gravuras rupestres localizados, principalmente, nos abrigos rochosos das serras são realmente imperdíveis.
Tratam-se de pinturas realizadas em épocas pré-históricas, que apresentam uma grande heterogeneidade gráfica, com características que as identificam como pertencentes à classe de registros rupestres conhecidos como Tradição Nordeste e Tradição Agreste, bem como a outras classes ainda pouco definidas.
Foram cadastrados, até o presente, 25 sítios arqueológicos que, no estado atual das pesquisas, representam apenas um pequeno percentual da pontencialidade da área em termos arqueológicos.
Acesso
O acesso a partir de Arcoverde é feito pela rodovia até Buíque, seguindo então até a vila do Catimbau, principal acesso ao Parque.

A região está classificada no Domínio morfológico de Coberturas Sedimentares do Nordeste Oriental com o predomínio da Unidade de Relevo dos Tabuleiros do Reconcavo/ Tucano/ Jatobá.
Apresentando solos arenoquartizolos profundos. A área caracteriza-se pela presença de grandes serras areníticas, com diversas denominações locais. A altitude varia entre 1000 a 600 metros.
Flora
A vegetação encontrada na área do Catimbau é típica de caatinga apresentando grande diversidade de espécies e de estrutura.
No entanto, em função das variações de relevo e microclima, além de espécies típicas da caatinga, estão presentes na área espécies de cerrado, de campos rupestres, de mata atlântica e de restinga.
Merece destaque a presença de inúmeros indivíduos arbustivo-arbóreos endêmicos da vegetação dos campos rupestres da Chapada Diamantina (Bahia e Minas Gerais) e que, extraordinariamente, ocorrem na região.
Destaca-se a grande abundância de bromélias e cactos.
Fauna
São conhecidas no Catimbau mais de 150 espécies de aves. Dentre as espécies de aves identificadas na área proposta para o Parque Nacional do Catimbau, o pintassilgo está incluído na lista de espécies em extinção, sendo considerado endêmico do Nordeste brasileiro.
Outras espécies como a maria-macambira, e o picapauzinho são raras no nordeste e endêmicas da caatinga.
Destacam-se também a presença de animais endêmicos, como o lagarto-das-rochas (Tropidurus semitaeniatus) e a lagartixa-de-Kluge (Lygodactylus klugei).
Venha conhecer o Vale do Catimbau. Um passeio ecológico inesquecível, uma aventura para fazer parte de sua vida.
foto - avs_@hotmail.com

valeu pela visita



Fonte / Fotos = Ibama / Wikipédia / Thymonthy Becker / Divulgação /